{"id":175,"date":"2017-03-04T16:06:28","date_gmt":"2017-03-04T16:06:28","guid":{"rendered":"http:\/\/marino.web2067.uni5.net\/?p=175"},"modified":"2017-03-04T16:06:28","modified_gmt":"2017-03-04T16:06:28","slug":"brasil-pais-ilhado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marino.blog.br\/?p=175","title":{"rendered":"BRASIL: PA\u00cdS ILHADO"},"content":{"rendered":"<p>Quando os portugueses fincaram bandeira do reino luso em nossas terras, resolveram habitar o litoral olhando o Oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Os espanh\u00f3is fincaram bandeira em outras paragens \u00e0 oeste, apreciando o Oceano Pac\u00edfico.<\/p>\n<p>Como a Am\u00e9rica do Sul apresenta grandes dimens\u00f5es, n\u00e3o apenas gigantescas dist\u00e2ncias separaram os povoados do continente, mas acidentes naturais ajudaram a separ\u00e1-los mais ainda. De um lado estavam as Cordilheiras dos Andes a rasgar o territ\u00f3rio de norte a sul. Mais ao norte a floresta amaz\u00f4nica e mais ao sul as regi\u00f5es pantanosas, o famoso Pantanal.<\/p>\n<p>A integra\u00e7\u00e3o continental ficou prejudicada. O ga\u00facho se espalhou no sul e ocupou uma parte do Uruguai, uma parte do Brasil e uma parte da Argentina, mas isso \u00e9 a famosa exce\u00e7\u00e3o para confirmar a regra geral.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o os portugueses perceberam que nas terras brasileiras, tudo o que era necess\u00e1rio para a sobreviv\u00eancia estava dispon\u00edvel: \u00e1gua, comida, energia e em clima agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p>Se tudo se produzia e se a sobreviv\u00eancia estava assegurada, n\u00e3o havia raz\u00e3o para a busca de trocas com terceiros, distantes vizinhos.<\/p>\n<p>Assim o Brasil se tornou um pa\u00eds fechado, com pouco relacionamento internacional. Por isso poucos falam uma segunda l\u00edngua.<\/p>\n<p>Quando o mundo est\u00e1 em progresso, o pa\u00eds n\u00e3o se beneficia. Quando h\u00e1 uma grande crise, o pa\u00eds n\u00e3o sofre muito.<\/p>\n<p>Ao longo de 500 anos o povo adquiriu costumes pr\u00f3prios e, gra\u00e7as \u00e0 missigena\u00e7\u00e3o de colonizadores, \u00edndios, escravos e imigrantes, cada parte do Brasil criou sua pr\u00f3pria \u00e9tica.<\/p>\n<p>Da\u00ed ainda existirem senhores de engenho no nordeste \u201cfeudal\u201d, nobres titulares de \u201csesmarias\u201d no norte, sulistas que consideram que tudo deve ser feito pelo Estado e os capitalistas do sudeste. No centro do territ\u00f3rio os indecisos do centro-oeste&#8230;<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o de um Estado forte trouxe seguran\u00e7a \u00e0s multinacionais que se instalaram no pa\u00eds. Mas est\u00e1 na hora de deixarmos o povo seguir seu caminho e fazer do Brasil um pa\u00eds pujante e rico.<\/p>\n<p>Quanto maior o Estado, menor o indiv\u00edduo e mais pobre a sociedade.<\/p>\n<p>A integra\u00e7\u00e3o do Brasil ao mundo \u00e9 um processo natural como consequ\u00eancia do empreendedorismo do povo. S\u00f3 h\u00e1 iniciativa com Liberdade.<\/p>\n<p>Vamos devolver o Poder ao Povo!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando os portugueses fincaram bandeira do reino luso em nossas terras, resolveram habitar o litoral olhando o Oceano Atl\u00e2ntico. Os espanh\u00f3is fincaram bandeira em outras paragens \u00e0 oeste, apreciando o Oceano Pac\u00edfico. Como a Am\u00e9rica do Sul apresenta grandes dimens\u00f5es, &hellip; <a href=\"https:\/\/marino.blog.br\/?p=175\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/175"}],"collection":[{"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=175"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/175\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":176,"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/175\/revisions\/176"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=175"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=175"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marino.blog.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=175"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}